Mexa o Pac Man pelas setas do teclado. História da Yayoi: Yayoi Kusama, nasceu em 22 de março de 1929, em Matsumoto, Japão, é uma artista japonesa contemporânea, conhecida por seu uso excessivo de bolinhas e pelo seu grande número de instalações artísticas (agora possui 91 anos) é uma artista plástica e escritora japonesa. Seu trabalho é uma mistura de diversas artes, como colagens, pinturas, esculturas, arte performática e instalações ambientais, onde é visível uma característica que se tornou a marca da artista: a obsessão por pontos e bolas. Desde menina, Kusama sabia que queria seguir a carreira artística. Quando tinha 10 anos começou a pintar as suas características bolinhas infinitas (os famosos polka dots), a princípio em aquarelas, pastéis e óleos. A doença psiquiátrica: Devido à doença mental que carrega desde a infância, Yayoi vive em um hospital psiquiátrico há mais de quarenta anos.Em 1975, a artista resolveu viver voluntariamente em um hospital psiquiátrico em Tóquio. Atualmente, ela possui um ateliê perto do hospital onde vai trabalhar diariamente. Durante um curto período, Yayoi estudou artes na Escola de Artes da Cidade de Kyōto (1948-1948), e logo após se mudou para os Estados Unidos, Nova York, com a pretensão de se tornar artista. Antes de deixar o Japão, ela destruiu quase todas as primeiras pinturas que tinha feito. Seus primeiros trabalhos na cidade de Nova York incluíram o que ela chamou de pinturas de “rede infinita”. Elas consistiam em milhares de pequenas marcas repetidas obsessivamente em telas grandes, sem levar em conta as bordas da tela, como se continuassem no infinito.Seus primeiros trabalhos na cidade de Nova York incluíram o que ela chamou de pinturas de “rede infinita”. Elas consistiam em milhares de pequenas marcas repetidas obsessivamente em telas grandes, sem levar em conta as bordas da tela, como se continuassem no infinito. Tais obras exploravam os limites físicos e psicológicos da pintura, com a repetição interminável das marcas, criando uma sensação quase hipnótica para o espectador e o artista. Suas pinturas daquele período antecipavam o movimento minimalista que estava em desenvolvimento, mas seu trabalho logo mudou para a pop art e a performance. Ela se tornou uma figura central na vanguarda de Nova York, e seu trabalho foi exibido ao lado de artistas como Donald Judd, Claes Oldenburg e Andy Warhol. A repetição obsessiva continuou a ser um tema na arte de escultura e instalação de Kusama, que ela começou a exibir no início dos anos 1960. O tema da ansiedade sexual fez parte de grande parte desse trabalho, no qual Kusama cobriu uma superfície de objetos, como uma poltrona no Acúmulo No. 1 (1962), com pequenas esculturas fálicas macias, construídas com tecido branco. Com influência de acontecimentos sociais da época, a arte performática de Kusama explorou ideias anti-guerra, ante estabelecimento e de amor livre. Esses acontecimentos frequentemente envolviam nudez pública, com a intenção declarada de desmontar fronteiras de identidade, sexualidade e corpo. Por sua própria escolha, ela viveu em um hospital psiquiátrico. Ela continuou produzindo arte durante esse período e também começou a escrever poesia e ficção surreais. A artista retornou ao mundo da arte internacional em 1989 com exposições na cidade de Nova York e Oxford, Inglaterra. Em 1993, ela representou o Japão na Bienal de Veneza com trabalhos que incluíam Mirror Room (Pumpkin), uma instalação na qual ela preenchia uma sala espelhada com esculturas de abóbora cobertas por seus pontos de assinatura. Yayoi Kusama é a artista mulher mais vendida no mundo. Com quase 90 anos, ela se mantém impressionantemente produtiva e popular. Sua exposição na galeria victoria mirio atrai multidões querendo se fotografar dentro do intagramavel. quando Kusama voltou ao Japão(após morar nos estados unidos por alguns anos) no ano de 1970,estava quase sendo esquecida pelo mundo ocidental, ainda sim era mais conhecida por seus escritos sobre violência do que por sua arte. Isso mudou em 1993, quando foi convidada a representar o Japão na 45ª Bienal de Veneza. Desde 2011, ela é colaboradora de estampa da Louis Vuitton a convite de Marc Jacobs. Claes Oldenburg foi "inspirado" por seu sofá de tecido fálico para criar uma escultura mole pelo qual ele se tornaria famoso. E Andy Warhol copiaria em Papel de Parede de Vacas a ideia de Kusama de criar imagens repetidas numa obra, como ela fez na instalação Mil Barcos.